A MOTIVAÇÃO NO ENSINO DA HISTÓRIA
Prezados amigos, segue abaixo pequeno trecho da minha pesquisa sobre a importância da motivação no ensino brasileiro... É um pedacinho, só pra dar água na boca!!! Rsrsrs... Espero que gostem... Forte Abraço!!!
A psicologia nos revela diversos estudos acerca da importância da motivação no cotidiano pessoal, profissional e consequentemente, educacional. As ligações feitas em pesquisas diversas ligando a motivação, o estado de espírito, o humor e a alegria ao sucesso, a resultados melhores e eficiência nas tarefas são reveladoras e implica uma análise a ser exposta neste trabalho.
Em 1991 testes de um estudo do psicólogo da Universidade de Zurique Willibald Ruch, estudioso do tema, confirmaram o que testes psicológicos realizados nos anos 30 já indicavam. O estudo revela que a concentração do hormônio do stress, o cortisol, no sangue é reduzida quando as pessoas estão motivadas, alegres. Como um nível sempre elevado de cortisol comprovadamente enfraquece a defesa imunológica, é possível concluir que a motivação protege contra doenças. A sensibilidade a dor também é reduzida. Isso pode ser atribuído à liberação de endorfinas, que desencadeiam sentimentos de prazer no cérebro, bloqueando a transmissão de estímulos dolorosos.
Em 1990, um estudo da psicóloga Nancy Yovetich e colegas da Universidade da Carolina do Norte
Para a psicóloga, o conteúdo da história fez a diferença porque o humor, a alegria e a motivação tem efeito sedativo; a distração neutra não (YOVETICH, 1990, p. 40). Além disso, o resultado foi reforçado pelo fato de que todo participante predisposto ao riso no teste de personalidade prévio apresentou, de maneira geral, uma maior tolerância ao desconforto.
Fazendo uma analogia poderíamos facilmente comparar esta tolerância ao desconforto citado no texto às desconfortáveis, para não dizer precárias, condições da educação brasileira como já demonstrou este trabalho. Os estudos citados apenas comprovam o fato de que estar motivado influenciará na capacidade se superar as dificuldades, assim, podemos concluir que o profissional de educação do ensino da História com bons níveis motivacionais estará mais propenso a realizar um trabalho melhor, mais eficiente que aquele que trata este fato com ceticismo.
Pesquisas recentes indicam a relação entre motivação, bem-estar e índices baixos de stress. Segundo esses resultados, como vimos, pessoas que lidam com motivação têm um sistema imunológico mais saudável que os demais e sentem-se mais confortáveis em suportar dores. Porém, o pesquisador Michael Miller e seus colegas da Universidade de Maryland, que trabalharam em 2005 publicaram que pessoas mais motivadas em seu dia-a-dia sofrem 40% menos infartos ou derrames, e vivem quatro anos e meio a mais que as outras.
Suas pesquisas trabalharam também com a relação entre motivação e o fortalecimento das paredes internas dos vasos sanguíneos, que torna a circulação mais estável. O experimento submeteu os voluntários a assistirem dois tipos de filmes e segundo Miller: o suprimento sanguíneo dos sujeitos que assistiram filmes que provocavam stress o suprimento sanguíneo reduziu-se em 35%, já os que foram submetidos a cenas de comédia e alegria, subiu em 22%.
Fica clara a importância clínica e médica da motivação no dia-a-dia não apenas do profissional de educação, bem como de todo ser humano. Os estudos apresentados são um verdadeiro arsenal motivacional que literalmente nos motiva como professores da nova geração a seguir por um caminho motivado em busca de tornarmo-nos melhores profissionais. Rompendo paradigmas pedagógicos, redefinindo as arestas educacionais, desatando as ligaduras ceticistas e enveredando por um caminho de motivação profissional que consolidará não só o ensino da disciplina de História no século XXI, mas de todo o modelo educacional brasileiro.
Forte abraço a todos....
''todos os direitos reservados''

Comentários
Postar um comentário