Você é contra Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos? Eu também
Antes de mais nada quero deixar claro que, como professor de História não realizo no meu blog atos de defesa a partidos políticos (apesar de ser comunista), nem a religião (apesar de minhas crenças), nem a time de futebol (apesar de amar o Sport Club do Recife), nem a raça e cor (mesmo sendo amarelinho) e nem a preferência sexual (mesmo sendo Hetero).
Sou defensor da liberdade de expressão não caluniosa ou preconceituosa, sou a favor do princípio do interesse público acima dos privados e da necessidade de alcançarmos a cada dia maior senso de coletividade comum.
O que estamos assistindo nos últimos dias em Brasília é uma demonstração de revolta a uma decisão tomada de maneira legal (dentro dos pormenores exigidos constitucionalmente) mas a contrassenso do interesse da maioria, nem o mínimo pudor ou lisura, não junto a lei, mas junto à sociedade.
O princípio da democracia, na escolha dos representantes está na defesa por parte deles daquilo que defendemos e precisamos. Num país que surgiu mergulhado em um preconceito racial podre, que foi o último do mundo a abolir a escravidão e o fez de uma maneira tão irresponsável que não ofereceu a nenhum ex-escravo um mecanismo estatal capaz de integra-los à sociedade.
Então você pensa: Ora, se isto não foi feito antes, façamos agora!
Para isso, não podemos admitir que o Presidente de uma Comissão que tem por objetivo defender as "minorias", seja um homem público capaz de postar em sua página pessoal do twitter as seguintes declarações:
Abraço a todos!
Sou defensor da liberdade de expressão não caluniosa ou preconceituosa, sou a favor do princípio do interesse público acima dos privados e da necessidade de alcançarmos a cada dia maior senso de coletividade comum.
O que estamos assistindo nos últimos dias em Brasília é uma demonstração de revolta a uma decisão tomada de maneira legal (dentro dos pormenores exigidos constitucionalmente) mas a contrassenso do interesse da maioria, nem o mínimo pudor ou lisura, não junto a lei, mas junto à sociedade.
O princípio da democracia, na escolha dos representantes está na defesa por parte deles daquilo que defendemos e precisamos. Num país que surgiu mergulhado em um preconceito racial podre, que foi o último do mundo a abolir a escravidão e o fez de uma maneira tão irresponsável que não ofereceu a nenhum ex-escravo um mecanismo estatal capaz de integra-los à sociedade.
Então você pensa: Ora, se isto não foi feito antes, façamos agora!
Para isso, não podemos admitir que o Presidente de uma Comissão que tem por objetivo defender as "minorias", seja um homem público capaz de postar em sua página pessoal do twitter as seguintes declarações:
Reconhecer este indivíduo como representante do povo, foi escolha de alguns, mas admitir que um homem que prega esses pensamentos (seus, e não de Deus) como princípio a milhares de pessoas seja o representante de nossas minorias, isto é inadmissível!
Parabéns aos protestos que forem realizados de maneira pacífica, sem ofensas nem difamações, trabalhando apenas com a verdade, o bom senso, com a informação e com a liberdade de expressão, de cor e forma de amor.
Nossas vozes não irão se calar!




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